Depois da greve dos caminhoneiros, a ressaca. Agora, a esperança
A semana seguinte após greve dos caminhoneiros foi uma balde de água fria para a revenda, um fenômeno desconhecido até então. Uma debandada dos clientes, os postos às moscas e frentistas à toa. Não imaginávamos que a corrida desenfreada atrás do combustível, enquanto os caminhoneiros estavam parados, iria repercutir em quedas próximas a 40% nas vendas nos 10 dias após o fim da greve, todos estavam com os carros de tanque cheio.